Ao chegar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o avião derrapou na
pista e se chocou com um prédio da própria Tam depois de atravessar uma
avenida e atingir várias residências. O acidente gerou 199 mortes.O voo TAM 3054 era um voo operado pela companhia aérea brasileira TAM Linhas Aéreas, que ligava as cidades de Porto Alegre e São Paulo utilizando uma aeronave de passageiros Airbus A320-233, prefixo PR-MBK . Em 17 de julho de 2007, o aparelho ultrapassou o fim da pista 35L do Aeroporto de Congonhas
durante o pouso, vindo a chocar-se contra um depósito de cargas da
própria TAM situado nas proximidades da cabeceira da pista 17R, no lado
oposto da avenida Washington Luís que delimita o aeroporto.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
10 Lendas Urbanas populares no Brasil
Diz o ditado que quem conta um conto aumenta um ponto e assim nascem lendas e mais lendas que formam um imenso folclore e mexe com o imaginário das pessoas. Quem já brincou de “telefone sem fio”, aquela brincadeira de roda onde as pessoas vão transmitindo mensagens umas para as outras até que no final temos uma história totalmente diferente, sabe bem o que é isso. Abaixo listamos algumas lendas urbanas que foram muito populares durante muito tempo (e algumas ainda são):
1. As facas escondidas nos bonecos do Fofão
Ninguém conseguia resistir ao charme das bochechas avantajadas do (aparentemente) inocente alienígena vindo do planeta Fofolândia. Fofão, personagem vivido na telinha por Orival Pessini, fez tanto sucesso ao lado da turma do Balão Mágico, no início da década de 80, que ganhou seu próprio programa na Rede Bandeirantes em 1986. Não muito tempo depois, ganhou também um boneco feito à sua imagem e semelhança, que virou febre entre a criançada – pelo menos, até inspirar uma lenda urbana pra lá de macabra. Dizia-se por aí que o recheio do brinquedo não era tão fofinho assim: quem abrisse sua barriga encontraria dentro do boneco uma faca negra. Pacto com o diabo era a explicação mais popular – e até a semelhança entre Fofão e Chucky, o brinquedo assassino, foi apontada. Quem já estripou o boneco garante que a “coluna vertebral” do Fofão era mesmo feita com um objeto pontudo. Será?
2. Xuxa e seu pacto com o demo
Nada de “doce, doce, doce, a vida é um doce, vida é mel” – dizia-se que “sangue, sangue, sangue” era o refrão lado B da canção Doce Mel, um dos hits da rainha dos baixinhos. Na década de 80, teorias conspiratórias ligavam Xuxa ao diabo (só isso explicaria sua ascensão ao estrelato, aparentemente) e garantiam que seus discos escondiam mensagens satânicas. Para ouvir o refrão “alternativo”, era só girar o LP do álbum Xou da Xuxa no sentido anti-horário. Como se não bastassem as supostas mensagens subliminares escondidas em suas músicas, as bonecas da Xuxa também faziam parte da polêmica: reza a lenda que os brinquedos ganhavam vida durante a noite e assassinavam suas donas.
3. Chupa-cabra
Apesar de as histórias sobre esta temível criatura terem começado em Porto Rico, não faltaram relatos para tornar a lenda popular (e assustadora) no Brasil durante os anos 1990. Tudo começou em 1995, quando foram descobertas oito cabras mortas com dentadas no pescoço e sangue completamente drenado. Mais de 150 casos semelhantes foram registrados até agosto daquele ano. Em dezembro, o número de animais mortos nestas circunstâncias já ultrapassava a marca de 1 mil. Razão suficiente para dar início à lenda sobre uma criatura semelhante a um morcego. Existem até testemunhas que garantem já terem avistado esse tal vampiro das Américas.
4. A loira do banheiro
Uma lenda urbana com um fundinho de lição de moral. Você com certeza já ouviu a história da loira do banheiro. Reza a lenda que uma jovem e bela menina matava aulas no banheiro da escola e seu castigo foi mais do que pegar recuperação. As versões sobre a sua morte divergem: alguns dizem que a pobre garota escorregou e bateu a cabeça, outros afirmam que ela teria se suicidado ou, até mesmo, sido assassinada. Inconformada com a morte prematura, ela passou a assombrar os banheiros da escola, e não faltam relatos de estudantes que juram ter visto uma versão brasileira da Murta que Geme perambulando entre as privadas. Nada de matar aula no banheiro, crianças.
5. Homem/velho do saco
Nada melhor para educar filhos que contar uma história que vai matá-los de medo, diz a sabedoria popular. E se a lição do dia é sobre obediência, a história do homem do saco é uma boa pedida. Segundo a lenda, um velho assustador que perambula pelas ruas sequestra crianças que saem de casa sem a companhia de um adulto. Outra versão da história (ainda mais cruel com os pequenos), é que o Homem do Saco faria o trabalho inverso ao do bom velhinho: ao invés de visitar as crianças boazinhas e deixar presentes, como o Papai Noel, o velho malvado visitaria apenas os desobedientes e os levaria embora dentro de seu saco.
6. A Gangue do Palhaço
Tudo começou quando o Notícias Populares, jornal que circulou em São Paulo entre os anos de 1963 e 2001, retomou na série “Crimes que abalaram o mundo”, publicada na década de 1990, a história de um palhaço que assassinou dezenas de criancinhas nos EUA nos anos 1960. Não demorou muito para que tivesse início um boato sobre a chamada “Gangue do Palhaço”, atuante na região metropolitana da maior capital brasileira. Como quem conta um ponto sempre aumenta alguns pontinhos, logo a lenda se tornou tão detalhada que parecia até verdade: dizia-se que o grupo de criminosos era liderado por um palhaço da cidade de Osasco que roubava órgãos em uma Kombi azul.
7. Bebê-diabo
Novamente o Notícias Populares. No dia 11 de maio de 1975, a capa do jornal estampava a manchete “Nasce o bebê diabo”. A lenda, um produto do próprio jornalismo, surgiu despretensiosamente: o jornalista Marco Antônio Montadon resolveu escrever uma crônica de horror inspirada no (nem um pouco sobrenatural) nascimento de uma criança com um prolongamento no cóccix e duas saliências na testa em um hospital do ABC paulista.
8 – Seringa com Aids no cinema
Nos primeiros anos do surgimento da AIDS, o medo e a ignorância alimentaram várias histórias destinadas a provocar pânico na população. Entre as muitas lendas urbanas que surgiram em torno da doença, a da seringa contaminada no cinema foi uma das que fez mais sucesso. Um homem revoltado por ter sido infectado com o vírus da AIDS teria colocado seu sangue contaminado em várias seringas e as espalhado pelas poltronas de vários cinemas. Os incautos que fossem espetados por elas seriam contaminados com a doença. A ideia da seringa com sangue contaminado gerou outras variações como a lenda sobre os ataques aos passageiros do metrô ou de assaltantes que usavam desse expediente para roubar suas vítimas.
09 - Brincadeira do copo
Junto com a Loira do Banheiro, essa é outra das mais famosas, até porque muitos dos que estão lendo isso agora já devem ter “brincado” de invocar espíritos com um copo alguma vez durante sua adolescência. A lenda em torno dela (fora a própria efetividade da brincadeira) é a de um grupo de amigos que resolveu fazer a famigerada brincadeira durante uma festa, um deles era descrente e só de sacanagem resolveu perguntar se alguém naquela mesa iria morrer recentemente, a resposta foi sim e logo em seguida o copo (em algumas versões ele é substituído por uma lapiseira) se estilhaça na frente de todos. Algum tempo depois, eles ficam sabendo que o rapaz cético que não “respeitou” o espírito havia morrido num acidente de carro.
10 – Mulher na estrada
Essa também é muito conhecida, seu surgimento ocorreu em meados dos anos 50/60 devido ao grande crescimento de rodovias que se deu nesses anos. Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira (que pode ser trocada por uma índia ou prostituta) que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam, quando um resolve parar (muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo, chegando lá a bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma das lápides. Em outras versões ela simplesmente desaparece dentro do próprio veículo, depois o motorista descobre pelos moradores das redondezas que a moça havia sido atropelada há muitos anos naquela mesma estrada. Algumas vezes, antes de desaparecer, o espírito da mulher pede ao motorista que ele construa uma capela no lugar onde ele a encontrou para que assim ela possa finalmente descansar em paz. Há ainda versões em que ela se deita com o motorista que quando acorda no dia seguinte descobre que ela simplesmente desapareceu sem deixar vestígios de sua existência. Uma versão mais sangrenta diz que a loira, antes de desaparecer, seduz o motorista que quando tenta beijá-lo, acaba perdendo a língua.
Solidariedade as tragédias no Brasil (Enchentes em Janeiro de 2011)
Um triste
acontecimento, enchentes e deslizamentos de terra atingiram cidades do
Brasil. Só no Estado do Rio de Janeiro foram contabilizadas 520 mortes,
que talvez pudessem ter pudessem ter sido evitadas e hoje os
sobreviventes precisam de nossa caridade espiritual e temporal. Até a
casa onde o compositor Tom Jobim fazia sua belas composições, foi
devastada pelas chuvas, as águas de Janeiro atingiram a casa que foi
fruto da composição “águas de março”; a residencial se localizava em São
José do Vale do Rio Preto.
A presidenta Dilma
Rousseff anunciou a destinação de 780 milhões de reais para as cidades
afetadas, também o governo do Rio de Janeiro, estado mais afetado, vai
concentrar todos os esforços no resgates as vitimas e reconstrução dos
locais afetados. Representantes de vários países do mundo transmitiram
mensagens de solidariedade e condolências ao Brasil e de modo especial
aos parentes das vitimas.
As 11 praias mais bonitas do Brasil
PRAIA DO BONETE, ILHA BELA – SP
Para chegar em uma das praias mais lindas de Ilha Bela você pode optar por uma viagem de barco, que leva cerca de 30 minutos ou, para os mais aventureiros, uma trilha de quatro horas de caminhada entre cachoeiras, centenas de espécies de arvores e plantas nativas. Por aí você vê que é meio difícil de chegar na Praia do Bonete, mas quando se deparar com a paisagem, não vai nem lembrar do percurso de ida e de volta.

PRAIA DO ESPELHO, TRANCOSO – BA
Situada no topo de uma falésia, entre Trancoso e Caraíva, a Praia do Espelho está entre os destinos mais desejados dos turistas. As falésias e a água cristalina resultam em uma paisagem espetacular junto às bancadas de corais e piscinas naturais.

PRAIA DE TAIPU DE FORA, PENÍNSULA DE MARAÚ – BA
Se você curte mergulhar esse é o seu lugar! Repletas de piscinas naturais, a Praia de Taipu é digna de cena de cinema. A areia branca e os coqueirais nos 7 km de extensão da praia completam o cenário paradisíaco.

PRAIA DO TOQUE, SÃO MIGUEL DOS MILAGRES – AL
Foi considerada pelo jornal inglês The Guardian a terceira praia mais bonita do Brasil, perdendo apenas para a Alter do Chão (que você viu no aqui) e Fernando de Noronha. Segundo a resenha do Guardian, “A luz do nascer da lua cheia é espetacular. Aqui, a lua parece mais próxima e maior do que deveria ser”.

PRAIA DA FAZENDA, UBATUBA – SP
Essa bela praia de Ubatuba é um pouco afastada e fica dentro de uma reserva ecológica, o Parque Estadual da Serra do Mar. De águas claras e tranquila, é perfeita para relaxar e curtir a natureza. Para a sua comodidade, você vai encontrar banheiros e chuveiros.

PRAIA DO FRANCÊS, MARECHAL DEODORO – AL
Por ser uma praia protegida por arrecifes, os turistas podem usufruir de águas calmas e piscinas naturais. Entretanto, a outra parte da praia é uma ótima opção para os surfistas que buscam ondas mais radicais. Além de lojas, restaurante e bares, é possível encontrar voos de ultraleve, banana boat, barco e jet-ski.

PRAIA DE PIPA, TIBAU DO SUL – RN
Pipa fica a 85 km de Natal. A praia, descoberta por surfistas nos anos 70, tem mais de dez quilômetros de extensão e é o principal balneário do Litoral Sul do estado.

BAÍA DO SANCHO, FERNANDO DE NORONHA – PE
Se existe um paraíso na terra, esse paraíso certamente é Fernando de Noronha, e isso todo mundo sabe. É um dos destinos mais procurados por brasileiros e por gringos. As praias são tão incríveis que fica difícil escolher uma, mas para essa lista, elegemos a Baía do Sancho. Justo, né?

PRAIA LOPES MENDES, ILHA GRANDE - RJ
Em uma votação feita pelo TripAdvisor, site onde turistas do mundo inteiro tem acesso, a Praia Lopes mendes foi escolhida a sétima praia mais bonita do mundo. Com areia branquinha e água cristalina, ela é perfeita para relaxar. Como a água é um pouco agitada, também é perfeita pra pegar onda.

ARPOADOR, RIO DE JANEIRO – RJ
No bairro de Ipanema é possível encontrar uma das praias mais lindas do Rio de Janeiro. O Arpoador é uma praia pequena, de apenas 500 metros, mas que guarda uma beleza incrível e faz qualquer pessoa ficar admirando a paisagem por horas.

PRAIA DO ROSA, IMBITUBA – SC
Para quem curte uma praia e ainda busca um pouco de agito, a Praia do Rosa é o lugar certo. São centenas de pousadas, restaurantes, bares e outras atividades que aquecem o local. E a praia propriamente dita? Bom, veja com os seus próprios olhos:
A tragédia que encerrou a carreira dos Mamonas Assassinas
O desastre aéreo que resultou na morte dos cinco integrantes da banda de rock Mamonas Assassinas teve grande destaque no Fantástico.
Durante todo o programa, no início e no fim dos blocos, foram exibidas
imagens de crianças de várias regiões do Brasil cantando trechos do hit Pelados em Santos.
Os destroços do avião, que caiu na noite de 2 de março de 1996 na Serra
da Cantareira, foram localizados pelo helicóptero da Rede Globo logo no
dia seguinte. No Fantástico, a repórter Eleonora Paschoal
explicou como foi feito o trabalho da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros no resgate dos corpos das vítimas.
Morreram Alexandre Alves, o Dinho, o guitarrista Bento Hinoto, o tecladista Júlio Rasec, obaixistaSamuel Reoli, o baterista Sérgio Reoli, o segurança Sérgio Saturnino Porto, o roadie Isaac Souto, o piloto Jorge Luís Martini e o co-piloto Alberto Yoshiumi Takeda.
O Fantástico exibiu entrevistas com amigos e familiares dos Mamonas e mostrou cenas inéditas da banda. Num dos VTs, Dinho fazia piada com problemas que ocorriam nos voos de jatinhos que eram usados entre um show e outro da banda que tornou-se um fenômeno ao vender um milhão de cópias de seu único álbum em apenas sete meses.
Durante todo o Fantástico, no começo e no final de todos os
blocos, foram exibidas imagens de crianças de várias partes do Brasil
cantando trechos do hit Pelados em Santos
O desastre aéreo que resultou na morte dos cinco integrantes da banda de rock Mamonas Assassinas teve grande destaque no Fantástico.
Durante todo o programa, no início e no fim dos blocos, foram exibidas
imagens de crianças de várias regiões do Brasil cantando trechos do hit Pelados em Santos.
Os destroços do avião, que caiu na noite de 2 de março de 1996 na Serra
da Cantareira, foram localizados pelo helicóptero da Rede Globo logo no
dia seguinte. No Fantástico, a repórter Eleonora Paschoal
explicou como foi feito o trabalho da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros no resgate dos corpos das vítimas.
Morreram Alexandre Alves, o Dinho, o guitarrista Bento Hinoto, o tecladista Júlio Rasec, o baixista Samuel Reoli, o baterista Sérgio Reoli, o segurança Sérgio Saturnino Porto, o roadie Isaac Souto, o piloto Jorge Luís Martini e o co-piloto Alberto Yoshiumi Takeda.
O Fantástico exibiu entrevistas com amigos e familiares dos Mamonas e mostrou cenas inéditas da banda. Num dos VTs, Dinho fazia piada com problemas que ocorriam nos voos de jatinhos que eram usados entre um show e outro da banda que tornou-se um fenômeno ao vender um milhão de cópias de seu único álbum em apenas sete meses.
Durante todo o Fantástico, no começo e no final de todos os
blocos, foram exibidas imagens de crianças de várias partes do Brasil
cantando trechos do hit Pelados em Santos.
Morreram Alexandre Alves, o Dinho, o guitarrista Bento Hinoto, o tecladista Júlio Rasec, o baixista Samuel Reoli, o baterista Sérgio Reoli, o segurança Sérgio Saturnino Porto, o roadie Isaac Souto, o piloto Jorge Luís Martini e o co-piloto Alberto Yoshiumi Takeda.
O Fantástico exibiu entrevistas com amigos e familiares dos Mamonas e mostrou cenas inéditas da banda. Num dos VTs, Dinho fazia piada com problemas que ocorriam nos voos de jatinhos que eram usados entre um show e outro da banda que tornou-se um fenômeno ao vender um milhão de cópias de seu único álbum em apenas sete meses.
Morreram Alexandre Alves, o Dinho, o guitarrista Bento Hinoto, o tecladista Júlio Rasec, obaixistaSamuel Reoli, o baterista Sérgio Reoli, o segurança Sérgio Saturnino Porto, o roadie Isaac Souto, o piloto Jorge Luís Martini e o co-piloto Alberto Yoshiumi Takeda.
O Fantástico exibiu entrevistas com amigos e familiares dos Mamonas e mostrou cenas inéditas da banda. Num dos VTs, Dinho fazia piada com problemas que ocorriam nos voos de jatinhos que eram usados entre um show e outro da banda que tornou-se um fenômeno ao vender um milhão de cópias de seu único álbum em apenas sete meses.
Política do Brasil
O Brasil é uma república federal presidencialista, de regime democrático-representativo. Em nível federal, o poder executivo é exercido pelo Presidente. É uma república porque o chefe de estado é eletivo e temporário. O Estado brasileiro é uma federação pois é composto de estados dotados de autonomia política garantida pela Constituição Federal e do poder de promulgar suas próprias Constituições. É uma república presidencial porque as funções de chefe de Estado e chefe de governo estão reunidas em um único órgão: o Presidente da República. É uma democracia representativa porque o povo exerce sua soberania, elegendo o chefe do poder executivo e os seus representantes nos órgãos legislativos e, às vezes, diretamente via plebiscitos, referendos e iniciativas populares.
Carnaval do Brasil
O Carnaval do Brasil é a maior festa popular do país. A festa acontece durante quatro dias (que precedem a quarta–feira de cinzas). O último dia de Carnaval precede a quarta-feira de cinzas (início da Quaresma).
Jogos durante o entrudo no Rio de Janeiro
Aquarela de Augustus Earle, c.1822
Origens brasileiras
Aquarela de Augustus Earle, c.1822
Comemorado em Portugal desde o século XV, o entrudo foi trazido pelos portugueses para a então colônia do Brasil e em finais do século XVIII era já praticado por todo o território. Consistia em brincadeiras e folguedos que variavam conforme os locais e os grupos sociais envolvidos. Com a mudança da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, surgiram as primeiras tentativas de civilizar a festa carnavalesca brasileira, através da importação dos bailes e dos passeios mascarados parisienses, colocando o Entrudo Popular sob forte controle policial. A partir do ano de 1830, uma série de proibições vai se suceder na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira.
Em finais do século XIX, toda uma série e grupos carnavalescos ocupam as ruas do Rio de Janeiro, servindo de modelo para as diferentes folias. Nessa época, esses grupos eram chamados indiscriminadamente de cordões, ranchos ou blocos. Em 1890, Chiquinha Gonzaga compôs a primeira música especificamente para o Carnaval, "Ô Abre Alas!". A música havia sido composta para o cordão Rosas de Ouro que desfilava pelas ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval. Os foliões costumavam frequentar os bailes fantasiados, usando máscaras e disfarces inspirados nos bailes de máscaras parisienses. As fantasias mais tradicionais e usadas até hoje são as de Pierrot, Arlequim e Colombina, originárias da commedia dell'arte.
O carnaval é uma das principais festas do Brasil, ocupando lugar de destaque entre diversas camadas da população e da mídia. Em São Paulo, teve sua origem ligada à manifestação do entrudo, uma brincadeira na qual os foliões atiravam água e outros líquidos entre si, existente desde o século XV. Por volta de 1870, a maneira como a população divertia-se no período carnavalesco passou a apresentar mudanças decorrentes do enriquecimento proporcionado pela expansão cafeeira. A formação do carnaval popular paulistano tem como base fundamental as festas de caráter religioso-profano das pequenas cidades interioranas nas quais a população pobre manifestava-se por meio de suas danças e músicas, o primeiro cordão carnavalesco paulistano foi criado por Dionísio Barbosa em 1914 e chamava-se Cordão da Barra Funda (posteriormente Camisa Verde e Branco). A influência dos cordões foi determinante para as primeiras escolas de samba de São Paulo na mesma medida em que os ranchos influenciaram as escolas cariocas. Atualmente, em São Paulo e em várias grandes e pequenas cidades, asescolas de samba fazem desfiles organizados, verdadeiras disputas para a eleição da melhor escola do ano segundo uma série de quesitos. Com o crescimento vertiginoso dessas agremiações o processo de criação se especializou gerando muitos empregos concentrados, principalmente, nos chamados barracões das escolas de samba.
O Carnaval do Rio de Janeiro figura no Guinness Book como o maior carnaval do mundo.
O Carnaval de Salvador é repleto de cantores famosos, que se apresentam-se em cima de trios elétricos, a exemplo de Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Daniela Mercury, entre outros artistas, onde também ocorrem desfiles de blocos afros. A festa ocorre em três circuitos carnavalescos.
O Carnaval Recife/Olinda é considerado o carnaval mais democrático e culturalmente diverso do país, e é conhecido por seus característicos bonecos de Olinda e pelo ritmo do frevo e do maracatu, além de possuir o maior bloco carnavalesco do mundo, o Galo da Madrugada.
Corte real
Corte real é o nome dado ao cortejo do carnaval, composto pelo Rei Momo, rainha e princesas do carnaval. sendo realizados em todo o Brasil, de formas diferentes, sendo organizados em concurso, por ligas de carnaval e instituições públicas, ligadas ao turismo, como a Riotur.
Rei Momo
O Rei Momo é considerado o dono do Carnaval, quem comanda a folia. possuindo uma personalidade zombeteira, delirante e sarcástica. Vindo da mitologia grega, é filho do sono e da noite, sendo expulso do Olimpo porque tinha como diversão ridicularizar as outras divindades. foi escolhido para decidir qual Deus, entre Zeus, Atena e Poseidom poderia fazer algo bom. Mas botou defeito em todas as criações.
Hoje existe concurso para a escolha do Rei Momo em várias cidades do Brasil. sendo o mais noticiado o do Carnaval do Rio de Janeiro. para ser rei-momo é preciso ser muito simpático e esbanjar alegria, além de pesar no mínimo 120 quilos. Esta última exigência vem sendo abandonada nos últimos anos, considerando-se os problemas de saúde causados pela obesidade. sendo que em 2004, um candidato magro acabou-se eleito como rei-momo, devido a mudança do peso pelos organizadores.
Rainha e princesas
São as que cortejam a folia, junto com o Rei Momo, sendo que as princesas são do nível inferior, algumas delas após o reinado se tornam rainhas ou madrinhas de bateria, assim como algumas rainhas ou madrinhas que viram rainhas e princesas do carnaval. Em alguns lugares, rainhas e princesas também desfilam ao mesmo tempo, como rainha ou madrinha de bateria. Algumas rainhas e princesas do carnaval que foram e viraram rainhas e madrinhas de bateria: Ana Paula De Lima Pereira , Ana Paula Evangelista , Bianca Salgueiro, Cristiane Alves, Shayene Cesário e Jéssica Maia.
Indústria do carnaval
Indústria do carnaval é o nome dado ao conjunto de atividade para produção de fantasias, adereços, materiais para os carros alegóricos. São na maioria empregos informais para milhares de costureiras.
São atividades que, segundo dados de 1997, movimenta anualmente cerca de 13 bilhões de reais e gera mais de 300 mil empregos. Só as escolas de samba do grupo especial gastam cerca de 100 milhões de reais em matérias primas — sem contar salários e serviços — para pôr seu enredo na avenida.
Tragédia em Santa Maria Incêndio na boate Kiss
O incêndio na boate Kiss foi um acidente que matou 242 pessoas e feriu 116 outras em uma discoteca da cidade de Santa Maria, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. O incêndio ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013
e foi causado pelo acendimento de um sinalizador por um integrante de
uma banda que se apresentava na casa noturna. A imprudência e as más
condições de segurança ocasionaram a morte de mais de duas centenas de
pessoas.
O sinistro foi considerado a segunda maior tragédia no Brasil em número de vítimas em um incêndio, sendo superado apenas pela tragédia do Gran Circus Norte-Americano, ocorrida em 1961, em Niterói, que vitimou 503 pessoas;e teve características semelhantes às do incêndio ocorrido na Argentina, em 2004, na discoteca República Cromañón. Classificou-se também como a quinta maior tragédia da história do Brasili Procedeu-se a uma investigação para a apuração das responsabilidades dos envolvidos, dentre eles os integrantes da banda, os donos da casa noturna e o poder público. O incêndio iniciou um debate no Brasil sobre a segurança e o uso de efeitos pirotécnicos em ambientes fechados com grande quantidade de pessoas. A responsabilidade da fiscalização dos locais também foi debatida na mídia. Houve manifestações nas imprensas nacional e mundial, que variaram de mensagens de solidariedade a críticas sobre as condições das boates no país e a omissão das autoridade
a maior do Rio Grande do Sul, a de maior número de mortos nos últimos cinquenta anos no Brasil e o terceiro maior desastre em casas noturnas no mundo.
O sinistro foi considerado a segunda maior tragédia no Brasil em número de vítimas em um incêndio, sendo superado apenas pela tragédia do Gran Circus Norte-Americano, ocorrida em 1961, em Niterói, que vitimou 503 pessoas;e teve características semelhantes às do incêndio ocorrido na Argentina, em 2004, na discoteca República Cromañón. Classificou-se também como a quinta maior tragédia da história do Brasili Procedeu-se a uma investigação para a apuração das responsabilidades dos envolvidos, dentre eles os integrantes da banda, os donos da casa noturna e o poder público. O incêndio iniciou um debate no Brasil sobre a segurança e o uso de efeitos pirotécnicos em ambientes fechados com grande quantidade de pessoas. A responsabilidade da fiscalização dos locais também foi debatida na mídia. Houve manifestações nas imprensas nacional e mundial, que variaram de mensagens de solidariedade a críticas sobre as condições das boates no país e a omissão das autoridade
a maior do Rio Grande do Sul, a de maior número de mortos nos últimos cinquenta anos no Brasil e o terceiro maior desastre em casas noturnas no mundo.
BRASIL X HOLANDA ,ULTIMO JOGO DO BRASIL NA COPA DE 2014
Final
Seleção volta a ter pane, sofre dois gols em 16 minutos, e Holanda é 3º
Árbitro erra em dois gols, em pênalti
mal marcado e impedimento não visto, mas Brasil não tem forças para
reagir e ouve de novo olé da torcida no fim
Não foi o desastre da última terça-feira, mas passou bem perto. A
Seleção voltou a sofrer uma pane técnica, tática e emocional, tomou dois
gols em 16 minutos, o primeiro deles aos dois, e encenou o último ato
da Copa em casa com mais uma derrota. Sem balançar a rede do adversário
há 240 minutos na Copa do Mundo, a Holanda se aproveitou das falhas do
Brasil e dos erros da arbitragem para fazer 3 a 0 e ficar com o terceiro
lugar.História dos Rappers brasileiros
Surgimento e década de 1980
Antes mesmo do rap chegar ao Brasil, algumas canções no estilo já tinham sido lançadas. Como possíveis primeiras canções estão "Deixa Isso Pra Lá" (1964) de Jair Rodrigues , "Melô do Tagarela" (1979) de Arnaud Rodrigues e Luís Carlos Miele (paródia de Rapper's Delight de Sugarhill Gang), "Mandamentos Black" (1977) e Mêlo do Mão Branca" (1984) de Gerson King Comba. Outros como Rappin Hood, apontam que os repentistas nordestinos seriam os precursores do estilo no país .
O rap chegou ao Brasil no final dos anos 1980, com grupos de periferia que se reuniam na estação São Bento do metrô de São Paulo, lugar onde o movimento punk começava a surgir. Nesta época, as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia.Os primeiros a frequentarem o local foram os dançarinos de breakdance, o principal tipo de dança hip hop.
O dançarino Nelson Triunfo é considerado um dos primeiros dançarinos de breakdance do país . Dentre estes b-boys, muitos acabaram decidindo serem rappers, como são chamados os cantores de rap. Apelidados de "tagarelas", tiveram que se mover para a Praça Roosevelt porque houve uma divisão de grupos para cada um continuar difundindo um pilar da cultura hip hop em cada lugar.Pouco tempo depois, os rappers tornaram-se os principais representantes do movimento no Brasil.
Foi de colaboração essencial para o desenvolvimento do rap no país a apresentação do popular grupo americano Public Enemy, em 1984. Através dele foi apresentado o rap a um número grande de pessoas e começou a se difundir rapidamente entre a periferia dos grandes bairros.Em 1977, foi lançada "Kátia Flávia" pelo cantor e ator carioca Fausto Fawcett, considerado o primeiro rap do respectivo estado.O primeiro álbum exclusivo de rap brasileiro que se tem notícia é Hip-Hop Cultura de Rua, lançado em 1988 pela gravadora Eldorado e produzida por Nasi e André Jung, ambos integrantes do grupo de rock Ira!.Nele foram apresentados artistas como Thaíde e DJ Hum, MC Jack e Código 13. O destaque ficou por conta de Thaíde, que interpretou os clássicos versos: "Meu nome é Thaíde /Meu corpo é fechado e não aceita revide". As bases do disco eram baseadas em funks americanos e acompanhadas espontaneamente de scratches feitos pelos equipamentos de DJs.
No mesmo ano, a segunda coletânea foi lançada e projetou um dos maiores grupos da história do rap brasileiro, os Racionais MC's. Consciência Black, Vol. I, reuniu oito faixas, dentre elas "Tempos Difíceis" e "Racistas Otários" dos Racionais. Formado por Mano Brown, Edy Rock, Ice Blue e KL Jay, o grupo apresentou para a mídia um rap voltado mais para a desigualdade na periferia e as injustiças sociais com a raça e cor dos membros. Outras compilações da década de 80 foram Ousadia do Rap, de Kaskata's Records, O Som das Ruas, de Chic Show, Situation RAP de FAT Records. A maioria destas gravadoras surgiram de pessoas que organizavam bailes blacks nos anos passados.
Com a mudança na política da capital paulista, foi criada em agosto de 1989 a MH2O, abreviatura de Movimento Organizado de Hip Hop no Brasil, que posteriormente se tornaria uma organização não-governamental e estando presente em quatro das cinco regiões do país.Este movimento organizou a cultura hip hop, dividindo em seus principais pilares e organizando as primeiras oficinas culturais. A M2HO pode ser considerada como a responsável pelo novo tema abordado nos raps, que antes eram feitos com base em piadas e histórias quaisquer.
1990-2000
Em 1990, os Racionais MC's lançaram o seu trabalho de estreia, intitulado Holocausto Urbano, através da gravadora Zimbabwe Records. Foi lançado em formato de LP e contava - além das duas músicas da coletânea anterior - com "Pânico na Zona Sul", "Hey Boy", "Beco sem Saída" e "Mulheres Vulgares".Racionais ainda lançou Escolha seu Caminho em 1992 e Raio X Brasil, em 1993. Este último foi considerado o marco da propagação do rap na música brasileira, fazendo os Racionais atrairem mais de 10 mil pessoas por show. Tal fato fez o grupo abrir um espetáculo do norte-americano Public Enemy.As músicas "Fim de Semana no Parque" e "Homem na Estrada", contidas em Raio X Brasil foram as primeiras de rap "alternativo" a serem executadas na rádio.No ano seguinte, uma coletânea chamada Racionais MC's foi lançada pela RDS Fonográfica reunindo as faixas dos três álbuns anteriores.
Em 1993, no Rio de Janeiro, MV Bill participou da coletânea Tiro Inicial, que foi crucial para que seguisse na carreira de rapper.Mas seu primeiro álbum, Traficando Informação, só viria em 1999. Com esse álbum, MV Bill recebeu o Prêmio Hutúz de 2000, na categoria álbum do ano.
Também no Rio de Janeiro e em 1993, surgiu o Planet Hemp, liderado por Marcelo D2 com uma espécie de rapcore, misturando elementos do rap com reggae e rock. Seu primeiro álbum, intitulado Usuário, recebeu disco de ouro por 140 mil cópias vendidas. A sua temática foi bastante reprendida pelas autoridades da época, que censuraram o videoclipe de "Legalize Já", uma clara apologia ao uso da maconha.O entorpecente era tema recorrente nas letras do Planet Hemp, que possuía uma postura totalmente favorável à sua legalização e uso, começando pelo próprio nome do grupo.
Nessa mesma época, surgia Gabriel o Pensador com a demo "Tô Feliz (Matei o Presidente)", que foi censurada cinco dias após o lançamento.Apesar disso, logo depois o rapper assinou com a Sony Music e lançou o seu primeiro álbum homônimo, que alcançou grande sucesso no mainstream com músicas como "Lôrabúrra", "Retrato de um Playboy" e "175 Nada Especial", sendo que a última possuía um videoclipe vinculado na televisão com a participação de diversas personalidades, como o jogador de futebol Ronaldo.
Ainda naquele ano em São Paulo, o Facção Central, principal nome do gangsta rap brasileiro, lançou o álbum de estréia Família Facção seguido por Juventude de Atitude, de 1995. Com uma temática muito mais pesada que a da maioria dos grupos de rap da cena paulista, o Facção Central trata na totalidade de sua discografia sobre a violência, crime, pobreza e repressão policial nas favelas de São Paulo. O álbum Versos Sangrentos de 1999, foi um dos mais polêmicos. As composições fortes de Eduardo combinadas com o videoclipe de "Isso aqui é uma Guerra" vinculado na MTV, tiveram suas gravações confiscadas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, tendo sua exibição proibida pelo Ministério Público, que abriu um processo contra os integrantes. O assessor de Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo, Carlos Cardoso, por sua vez declarou: "O grupo prega uma luta de classes primitiva. O casamento da letra com as imagens resulta num filme de horror absurdo."Este fato acabou trazendo ainda mais popularidade para o grupo e sua temática principal, que hoje é considerado um dos maiores nomes do rap nacional.
Além desses casos, o rap já foi centro de diversas outras polêmicas por causa de composições, como em 1992, em que o grupo de rapcore Pavilhão 9 causou controvérsia com o lançamento do álbum de estreia Primeiro Ato. Uma música intitulada "Otários Fardados" fez com que os integrantes fossem alvo de ameaças telefônicas anônimas.
O Realidade Cruel do interior paulista, é outro nome importante da cena do hip hop de São Paulo, seu primeiro álbum Só Sangue Bom foi lançado em 1999, com uma temática agressiva, semelhante ao Facção Central. Diversos outros grupos paulistas de grande importância para o rap nacional surgiram na década de 1990, entre eles Face da Morte, Detentos do Rap e Sistema Negro.
Nessa década também emergiu a cena hip hop na Região Metropolitana de Brasília, destaque para as bandas com o selo da Gravadora Discovery:Cirurgia Moral,Câmbio Negro, Código Penal, entre outras.
Em 1997, os Racionais MC's lançaram o álbum Sobrevivendo no Inferno, considerado a obra definitiva da banda com os seus maiores sucessos contidos, foi eleito pela Rolling Stone como o décimo quarto melhor disco brasileiro de todos os tempos e vendeu mais de 1,500,000 cópias,sendo 200 mil apenas no mês de lançamento.Hits como "Capítulo 4, Versículo 3" e "Diário de um Detento", apareceram na MTV com apresentação ao vivo no VMB e videoclipe vinculado na programação, respectivamente.
Década de 2000
Em 2002 o rapper Sabotage proveniente da Zona Sul de São Paulo lançou seu álbum de estreia Rap é Compromisso pela gravadora Cosa Nostra. Sua carreira promissora chegaria ao fim já em janeiro de 2003, quando ele foi assassinado.
Em 2003 Marcelo D2 lança seu segundo álbum A Procura da Batida Perfeita, que rapidamente tornou-se um sucesso entre o grande público e o levou a fazer versões acústicas de suas músicas para a MTV.
Em 2007 emergiu no Rio de Janeiro o ConeCrewDiretoria com a mixtape Ataque Lírico. Com uma temática semelhante ao Planet Hemp, posteriormente o grupo gozaria de sucesso significativo no final da década, mostrando-se um dos grupos mais conhecidos da cena carioca no período,título que divide com o Oriente.
Era atual. Auge da cena paulista
Artistas consolidados e respeitados como Racionais MC's, MV Bill, GOGseguem nesta época sua carreira artística. Por outra parte, o cariocaMarcelo D2, com sua mistura de hip hop e samba, conseguiu relevancia internacional, atuando em vários países da Europa, nos Estados Unidos e sendo entrevistado pelo jornal espanhol El País.
Nos anos finais da década dos anos 2000, apareceu uma nova cena paulista que contribuiu para renovar o hip hop brasileiro em todos os âmbitos. Com estilo ágil e letras mais variadas (não só sobre crime e condições de vida em subúrbios e favelas) mas mantendo o espírito underground e a consciencia social, artistas vinculados a "Laboratório Fantasma" como o Emicida, Rashid, Projota, Criolo Doido ou Kamau sao os nomes mais destacados desta nova geraçao paulista. Alguns desses artistas, como o Emicida, começaram sua carreira artística nas batalhas de MC's. A participação do Emicida no programa de Jo Soares evidenciou o fato do rap brasileiro ter ganhado um importante espaço na mídia e na sociedade brasileira, presente diversas vezes na lista trending topic mundial no Twitter.
Estilos
No Brasil existem diversos estilos derivados do rap. Os que abordam temática mais relacionada com a periferia e o modo de vida, o sistema, a polícia, e os mais populares são Racionais MC's, MV Bill, e GOG. Facção Central faz parte de uma vertente mais contundente, também chamada de gangsta rap e é, junto com os grupos acima, um dos mais populares. Outras bandas do mesmo estilo são Consciência Humana, Sistema Negro, Face da Morte, Realidade Cruel e Cirurgia Moral. Todos rappers e todas as bandas, com raras exceções, tem pouco espaço considerável na mídia brasileira, com algumas exceções como MV Bill, Projota, Emicida e mais recentemente Racionais MC's.
Há também o rap popular, cantando por músicos cariocas em sua maioria, com exemplos de Marcelo D2 e Gabriel, O Pensador, em raps que abordam temas diferentes.
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